Humanização
No atual momento de transformação do sistema de saúde brasileiro, esta é a palavra utilizada para falar da
melhoria da qualidade do atendimento aos usuários de hospitais. Quando levamos o palhaço ao hospital, abrimos as portas para um universo
de possibilidades de troca, de riso, de jogo, que só esta figura libertária pode proporcionar. Em um ambiente onde todas as ações devem ser
medidas com exatidão, sem dar a menor chance para o erro, o palhaço instaura um novo espaço onde vale cantar, dançar, falar bobagens e rir de si
mesmo. Só a arte pode fazer isso: transformar espaços e pessoas. Nosso objetivo é tirar por alguns minutos, o paciente do seu estado de “paciente”
, dando a ele a oportunidade de viajar com os palhaços para um lugar novo, onde tudo é possível. Além da descontração dos pacientes e acompanhantes
, um bom trabalho na área de humanização precisa dar suporte para um avanço no exercício do trabalho do profissional de saúde (médicos, enfermeiras, auxiliares
etc.), estimulando-o a facilitar sua relação com o paciente.
Acreditamos que uma atividade de qualidade em humanização
deve inspirar o profissional de
saúde a investir na qualidade
do encontro com o paciente e valorizar seu lado
saudável, agregando valor a seu exercício profissional.
A Besteirologia
Se alguém sentir uma pulga atrás da orelha, minhocas na cabeça ou sapos entalados na garganta é só chamar, que o Besteirologista virá correndo e tropeçando, pronto para uma consulta!
A Besteirologia é a especialidade médica mais boba do mundo, mas se engana quem pensa que, por ser boba, tem menos valor!
É função do besteirologista, este palhaço metido a médico, garantir aos pacientes altas doses de riso e
encantamento!
Por trás desta figura torta e engraçada,
está o ator: atento e sensível ao ambiente em que
está atua, mas sem perder
de vista cuidados essenciais que
este ambiente exige. E esse olhar é resultado de muito
treinamento e pesquisa desses profissionais do riso!